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Top 5 previsões para o mercado na próxima semana 

Após o relatório de empregos mais forte do que o esperado da última sexta-feira, os dados de inflação dos EUA serão os protagonistas da semana. 

Assim, qualquer sinal de que a inflação ainda está longe de atingir o pico pode colocar à prova o recente boom dos mercados de ações dos EUA. 

Além disso, os investidores também ouvirão vários palestrantes do Federal Reserve (Fed), já que as autoridades enfrentam pressão para fornecer um terceiro aumento na taxa de juros base do país. 

1. Dados da inflação

A inflação desafiou as previsões há meses, ficando mais de três vezes acima da meta de 2% do Fed. 

Dessa forma, os investidores estarão atentos aos resultados do índice de preços ao consumidor na quarta-feira, visto que os economistas preveem queda na inflação anual para 8,7% em julho, ante 9,1% em junho, o maior aumento desde 1981.

No entanto, a previsão é que o Índice de preços no consumidor (IPC) central aumente 0,5% no mês, assim, destacando a luta que o Fed enfrenta para trazer a inflação de volta à sua meta.

2. Porta-vozes do Fed

As declarações do presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, do presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, e da presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, serão atentamente observadas na próxima semana. 

Assim, os investidores querem saber se o Fed entregará um terceiro aumento consecutivo de 75 pontos-base no próximo mês ou aliviará as taxas. 

Ao mesmo tempo, a força do mercado de trabalho é uma faca de dois gumes para o Fed, pois não podem continuar aumentando as taxas para combater a inflação sem aumentar significativamente o desemprego. 

3. Teste de rally da bolsa de valores dos EUA

Um aumento nas ações dos EUA pode ser testado na próxima semana, já que o relatório de inflação de quarta-feira pode frustrar as esperanças de uma mudança de queda pelo Fed, que já elevou as taxas em 225 pontos-base este ano. 

Além disso, o S&P 500 e o Nasdaq concluíram julho com seus maiores aumentos percentuais mensais desde 2020, impulsionados em parte pela expectativa de que o Fed possa deixar de lado sua jornada anti-inflação. 

4. Ganhos

Os mercados completaram mais da metade do ciclo de relatórios do segundo trimestre. Até agora, as corporações americanas têm reportado notícias geralmente positivas. Vale notar que isso surpreendeu os investidores, os quais esperavam uma perspectiva mais pessimista sobre as empresas e a economia. 

No entanto, no longo prazo, 78% dos relatórios de ganhos superaram as projeções de Wall Street. 

5. PIB do Reino Unido

O Reino Unido divulgará os números mensais do PIB de junho e do segundo trimestre na sexta-feira. Enquanto isso, o Instituto Nacional de Pesquisas Econômicas e Sociais espera que a recessão comece neste trimestre.

Assim, o Banco da Inglaterra previu que a inflação dos preços ao consumidor atingiria 13,3% em outubro, sendo esse é o nível mais alto desde 1980. 

Vale ressaltar que a principal causa foi o aumento dos custos de energia devido à invasão na Ucrânia pela Rússia e à transição para o Brexit. 

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