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Mineração de Bitcoin afeta metas climáticas da China

A China é líder global de mineração de Bitcoin. Suas minas de Bitcoin alimentam quase 80% das negociações globais de criptomoedas. No entanto, seu império corre o risco de descarrilar as metas climáticas do país.

As criptomoedas contam com a tecnologia “blockchain”. Ela é um banco de dados compartilhado de transações. Assim, tem entradas que devem ser confirmadas, bem como criptografadas. Sob essa perspectiva, a rede é protegida por mineradores. Eles usam computadores de alta potência para verificar transações. E, como recompensa, os mineradores recebem Bitcoins. Porém, há um lado negativo. Esses computadores consomem enormes quantidades de eletricidade.

As minas chinesas de Bitcoin usam eletricidade gerada por usinas de carvão. Bem como fontes renováveis de energia. No entanto, 40% vêm das usinas. Aliás, elas são tão grandes que podem acabar prejudicando os planos climáticos da China. Portanto, o governo do país deve alocar mais fundos para atualizar a rede elétrica. Isso com o intuito de garantir um fornecimento estável de fontes renováveis.

Por outro lado, uma revista chamada Nature realizou um estudo a esse respeito. A conclusão foi que minas não controladas gerarão 130,5 milhões de toneladas de emissões de carbono até 2024.

Em abril do ano passado, empresas chinesas com acesso a eletricidade barata e hardware administraram 78,89% das operações globais de blockchain.

Em 2021, a indústria de mineração de criptomoedas provavelmente usará 0,6% da produção mundial de eletricidade. Normalmente, a Noruega consome menos eletricidade que isso em um ano.

 

Mineração de Bitcoin em regiões ricas em carvão

Em 2019, a China proibiu a negociação de criptomoedas. Isso aconteceu porque as autoridades queriam evitar lavagem de dinheiro. Apesar disso, ainda é permitida a mineração de criptomoedas.

Por sua vez, regiões ricas em carvão da China estão lutando para reduzir as emissões. Por conta disso, elas estão tentando expulsar os mineradores de Bitcoin.

Nesse sentido, a Mongólia Interior tem um grande objetivo. Ela quer acabar com a prática ambiciosa de mineração de criptomoedas até o final de abril. A região não conseguiu cumprir as metas anuais de consumo de energia. Por isso, quer melhorar a situação através de tais medidas.

Adicionalmente, povoados escassamente ocupados foram responsáveis por 8% da capacidade de computação necessária para executar o blockchain global. Isso é mais do que a quantidade usada nos EUA.

A decisão da Mongólia Interior afetou a Bitmain. Essa empresa opera uma das maiores minerações de criptomoedas do mundo. Desse modo, ela decidiu realocar suas operações para áreas com mais energia hidrelétrica, como Yunnan.­

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