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Os pares EURUSD e GBPUSD testam novas zonas de resistência

 

Analisando o gráfico – EURUSD

O euro se fortaleceu em relação ao dólar durante o pregão asiático. Os rendimentos dos títulos a longo prazo dos EUA diminuíram, por isso, o dólar está em ligeira queda. Desde o final de novembro, o par EUR/USD vem se consolidando próximo de 1,1400, com a extremidade inferior oferecendo um conflito em torno de 1,1220. Enquanto isso, o seu preço continua afetando o desempenho do dólar, bem como as diferenças políticas entre o Banco Central Europeu (BCE) e o Federal Reserve (Fed). Além disso, um fator relevante é a crescente resposta contra a inflação em ambos os continentes. A rápida disseminação do coronavírus continua sendo um elemento importante quando se trata das perspectivas de crescimento econômico e ânimo dos investidores.

Cenário de alta:

  • Precisamos continuar a consolidação positiva. Com a ajuda das médias móveis, continuaremos em alta.
  • O par deve ficar acima de 1,13500 para tentar chegar ao nível de 1,14000.
  • A média móvel MA200 é importante, pois pode determinar uma tendência a longo prazo no gráfico.
  • Nosso próximo alvo é a zona em 1,15000, onde encontraremos a linha de tendência superior. Além disso, pode ser importante mantermos a alta.

Cenário de baixa:

  • Necessitamos de uma consolidação negativa para que o par fique abaixo da média móvel MA200.
  • Em seguida, veremos como ele se comportará em torno de 1,13000. Uma nova consolidação negativa poderá nos levar para 1,12000, que é considerada a mínima anterior. 
  • Um aumento da pressão de baixa neste nível poderá quebrar abaixo e formar novas mínimas este ano.

Analisando o gráfico – GBPUSD

Segundo uma pesquisa anunciada na terça-feira, no mês passado, os consumidores britânicos evitaram restaurantes e hotéis devido à alta disseminação da Ômicron. Sendo assim, tiveram um elevado gasto com refeições em domicílio antes das férias de Natal. O Barclaycard, provedor de cartões de pagamento, disse que o aumento das compras em supermercados levaram a um aumento de 12,2% nos gastos pré-pandemia em dezembro de 2019. Segundo José Carvalho, chefe de produtos de consumo do Barclaycard, mais britânicos decidiram ficar em casa por causa da Ômicron. Dessa forma, acabou afetando negativamente os vendedores, restaurantes e espaços de lazer. Embora os varejistas tenham se saído bem em 2021, o British Retail Consortium (BRC) alertou que os gastos do consumidor provavelmente serão afetados pelo rápido aumento da inflação, das contas de energia e dos impostos.

O Banco da Inglaterra estima que a inflação dos preços ao consumidor chegue a 6% em abril, sendo a maior em 30 anos.

Cenário de alta:

  • Precisamos de mais uma continuação dessa consolidação positiva e uma quebra acima da linha de tendência superior.
  • Atualmente, o par está se consolidando em torno de 1,36000, além disso, precisamos de uma quebra acima, para que a nossa próxima meta seja o nível de 1,37000.
  • Nossa principal meta e resistência positiva é a zona em 1,38500.

Cenário de baixa:

  • Necessitamos de uma nova consolidação negativa que leve o par para níveis mais baixos.
  • Nosso primeiro suporte estará em 1.355.500, local onde a média móvel MA20 estará, e o segundo estará em torno de 1.335.000.
  • Nesse nível, obteremos um novo suporte na média móvel MA200.
  • Uma quebra abaixo desse suporte pode fazer com que o par caia para a zona entre 1,33500 – 1,34000.

Visão geral do mercado

Notícias sobre o Japão

Segundo estimativas preliminares do gabinete divulgadas na terça-feira, o principal Índice do Japão aumentou para uma alta de quatro meses em novembro. O Índice principal, que mede a futura atividade econômica, passou de 101,5 em outubro para 103,0 em novembro. Esta foi a leitura mais alta desde julho, quando o resultado foi de 103,8. Em novembro, o Índice de coincidência também atingiu uma alta de quatro meses, passando de 89,8 em outubro para 93,6 em novembro.

Notícias sobre a Europa

Em janeiro, a confiança dos investidores na zona euro melhorou inesperadamente. De acordo com uma pesquisa divulgada na segunda-feira, feita pela Sentik, empresa de pesquisa comportamental, a melhora na confiança ocorreu após uma forte desaceleração no mês anterior,

O Índice de títulos passou de 13,5 em dezembro para 14,9 em janeiro. Os economistas previam um aumento de aproximadamente de 12,0.

De acordo com a Sentik: “Os investidores também não esperam que o momento econômico pare no novo ano – apesar das novas variantes do coronavírus e do número crescente de novas pessoas contaminadas”.

Em janeiro, o Índice de confiança do investidor alemão melhorou, passando de 14,4 no mês anterior para 17,0. Este foi o primeiro aumento nos últimos cinco meses. O Índice da situação atual também subiu pela primeira vez em cinco meses, passando de 13,8 para 19,0. A sua previsão ficou estagnada em 15,0.

O Índice de confiança do investidor para os EUA passou de 24,2 para 23,3 em janeiro. A medida de expectativa subiu de 13,0 para 14,5. Pelo sexto mês consecutivo, a medida de tributação atual caiu para 34, sendo o seu nível mais baixo desde abril do ano passado.

 

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