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Veto a criptomoeda na China aumenta mineração tailandesa

Em setembro, Pequim proibiu todas as transações e mineração de criptomoedas. A China afirmou que elas aumentariam as atividades ilegais, representando assim, riscos para a ordem econômica e financeira.

Esse veto forçou algumas das maiores empresas de mineração de Bitcoin (BTC) do mundo a encontrar novos lugares que apoiem os ativos digitais. Outro fator era obter energia barata para que os milhares de computadores funcionem 24 horas por dia.

Dessa forma, as maiores empresas mudaram-se para os EUA, Malásia, Rússia e Cazaquistão.

Porém, para os mineradores a prioridade é recuperar o valor referente aos computadores que não estão sendo usados no momento. Isso cria oportunidades para empresas enviarem equipamentos que não estão mais em uso de Shenzhen para a Tailândia.

Um exemplo disso é o caso de Pongsakorn Tongtaveenan, empresário do ramo de mineração de criptomoeda.  As plataformas de Tongtaveenan favoreceram a indústria doméstica de mineradores em toda a Tailândia.  Na sua equipe, estão aqueles que buscam uma renda estável durante a pandemia e traders que acreditam no futuro dos ativos digitais. Muitos outros investidores tailandeses estão prestando atenção ao Laos, que está adotando o BTC.

Segundo um estudo de 2020 realizado pelos analistas de internet e mídia social da We Are Social e a Hootsuite (agências de marketing digital especializadas em mídias sociais) este país tem uma população de 7,2 milhões e possui uma taxa de introdução de internet de apenas 43%. Porém, o país tem uma grande quantidade de energia barata gerada por dezenas de megarrepresas.

Irã ordena proibição de mineração de criptomoedas para evitar quedas de energia no inverno

Mostafa Rajabi Mashhadi, diretor da empresa estatal de gerenciamento de rede elétrica iraniana, fez um anúncio. Mashhadi afirmou que o país ordenou o fechamento de centros legais de mineração de criptomoedas  pela segunda vez este ano para aliviar a pressão nas usinas do Irã.

Ele disse que a proibição irá durar até o dia 6 de março. Segundo Mashhadi, a proibição da mineração de ativos digitais vai liberar 209 megawatts de eletricidade para o consumo doméstico. Rajabi acrescentou que as autoridades também estão impedindo a mineração ilegal por indivíduos e grandes grandes industrias.

Os mineradores ilegais são responsáveis pela maior parte da mineração de criptomoedas no país. Eles consomem mais de 600 megawatts de eletricidade.

Outras medidas para a economia de combustível incluem desligar as luzes da rua em alguns setores. Mashhadi afirmou que o governo espera um aumento de 60% na geração de energia durante o verão.

A maior parte da mineração de criptomoedas está concentrada na China já há bastante tempo. No entanto, a proibição deste ano de enviar operadoras para outros países, principalmente os que fornecem eletricidade barata, mudou essa situação. Isso, por sua vez, pressionou a rede elétrica, fazendo com que países (da Islândia ao Cazaquistão) limitassem o setor.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Irã, a demanda diária de gás natural no setor doméstico do país subiu pela primeira vez para 570 milhões de metros cúbicos por dia.

Chefe do Securities and Exchange Board of India orienta que os fundos mútuos indianos não invistam em criptomoedas

Ainda há incertezas quanto ao setor regulatório da Índia a respeito das criptomoedas. Porém, a sua taxa de popularidade no país cresceu exponencialmente.

Durante uma entrevista coletiva na terça-feira, Shri Ajay Tyagi, presidente da Securities and Exchange Board of India (SEBI), aconselhou as empresas a não investirem em fundos relacionados a criptomoedas até que a política e a estrutura regulatória estejam definidas. Além disso, não está claro se os investimentos em criptomoedas têm alguma obrigação tributária no país.

Tyagi fez essas observações após um recente incidente envolvendo a Invesco Mutual Fund, empresa de gestão de ativos. Mesmo com a aprovação da SEBI, ela adiou seu fundo de blockchain no mês passado devido à indecisão legislativa.

Durante a recente reunião de inverno, o parlamento discutiu sobre as criptomoedas. Depois que a Comissão Parlamentar Permanente de Finanças se reuniu com as partes interessadas nesses ativos digitais, as negociações ganharam mais ímpeto para identificar possíveis oportunidades e desafios no financiamento e investimento em criptomoedas.

O governo indiano planejou apresentar a criptomoeda e o projeto de lei de regulamentação de ativos digitais de 2021 para ser debatido durante esta sessão de inverno. Porém, o projeto de lei não foi levado em consideração pela Câmara dos Comuns da Índia no final da sessão.

Enquanto isso, Narendra Modi, primeiro-ministro indiano, tornou-se cada vez mais aberto às criptomoedas em 2021. Durante a conferência em Sydney, Modi estimulou os países a cooperar para que eles possam aproveitar ao máximo a criptomoeda e a tecnologia de blockchain. Ele também alertou sobre o perigo do uso indevido dos ativos digitais.

 

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