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Indústria petrolífera venezuelana

A Venezuela é um país rico em petróleo. Segundo as informações mais recentes, as reservas de petróleo da Venezuela são as maiores do mundo. A indústria do petróleo desempenhou um papel crucial na economia local durante décadas. No entanto, quando Hugo Chávez se tornou o presidente da Venezuela, ele nacionalizou a maioria das empresas do país. Em 1999, Chávez chegou ao poder no país, desde então as companhias de petróleo, uma por uma, deixaram a Venezuela. Em 2013, seu sucessor, Nicolás Maduro, se tornou o presidente. Nos últimos anos, o país com as maiores reservas comprovadas de petróleo está passando por uma grave crise econômica. Além disso, a indústria petrolífera venezuelana está em problemas. O povo luta para arcar com as necessidades básicas.

Como mencionado acima, a indústria do petróleo na Venezuela está em uma situação difícil. O equipamento usado na produção de petróleo está se tornando obsoleto e a má administração está tornando o problema ainda pior para a indústria. Os apagões frequentes prejudicam o setor de petróleo. Por exemplo, o principal complexo de refinaria de petróleo, o CRP, foi forçado a parar de funcionar por um certo período devido a um blecaute. Este complexo tem capacidade de processamento de 955 mil barris por dia. Este incidente aconteceu em julho. Outro problema é que mais de 3 milhões de pessoas deixaram o país, incluindo funcionários das empresas petrolíferas.

Sanções dos EUA e a Venezuela

Nesta situação, todas as plataformas de petróleo, assim como as refinarias petrolíferas, são essenciais para manter o mesmo nível de produção diária. A maioria das empresas europeias e norte-americanas parou de trabalhar no país por vários motivos. No momento, a russa Rosneft e a chinesa NCPC continuam a trabalhar com o governo venezuelano. No entanto, há uma empresa americana que ainda está presente no país, e esta empresa é a Chevron.

Uma das maiores empresas de petróleo do mundo decidiu continuar suas operações na Venezuela. Os EUA impuseram sanções a organizações governamentais e privadas que trabalham com o governo de Maduro. Os EUA abriram uma exceção na sua lista de sanções e deram permissão para a Chevron permanecer no país. No entanto, há um problema com essa isenção, e o problema é que ela expirará em 27 de julho.

Há várias opções para o futuro da Chevron na Venezuela. A primeira é que a administração Trump oferecerá outra isenção à empresa. Autoridades da Casa Branca não conseguem concordar nesse tópico, já que alguns deles querem que essa isenção expire. Outros, pelo contrário, argumentam que a Chevron deveria continuar a operar no país. A segunda opção não é a melhor solução para a Chevron. O governo venezuelano ameaçou apreender sua propriedade e vendê-la para empresas russas ou chinesas.

No momento, a produção diária de petróleo da Chevron na Venezuela é de 40.000 barris por dia. Esta não é uma quantia enorme, mas devemos levar em consideração que a produção diária total no país é de 200.000 bpd. Assim, a Chevron está desempenhando um papel importante na indústria petrolífera venezuelana.

É uma situação complicada. Por um lado, a decisão de não renovar a isenção reforçará as sanções. Por outro lado, a Chevron está relutante em perder seus ativos na Venezuela. Além disso, é importante mencionar que, continuando a operar no país, os EUA terão a oportunidade de influenciar o governo venezuelano. Neste caso, é uma boa ideia oferecer uma isenção à Chevron.

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