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Biden falará sobre a pandemia em sua primeira reunião do G7

Na sexta-feira, o presidente dos EUA, Joe Biden, participará da sua primeira reunião com líderes do Grupo dos Sete (G7), onde discutirá planos para derrotar a pandemia de Covid-19 e reabrir a economia mundial, bem como alguns desafios colocados pela China.

Jen Psaki, porta-voz da Casa Branca, afirmou na quinta-feira que Joe Biden se concentraria na resposta global à pandemia, incluindo esforços para combater infecções emergentes, produção de vacinas contra o coronavírus e distribuição de suprimentos.

Psaki acrescentou que o presidente também discutiria a recuperação econômica global. Ele planeja destacar mais uma vez a importância de todos os países industriais manterem o apoio econômico para a recuperação global. Outro tema será a importância da atualização dos papéis globais para superar os desafios econômicos, incluindo os colocados pela China.

Até agora, a pandemia de coronavírus matou 2,4 milhões de pessoas. Também empurrou a economia global para sua pior crise em tempos de paz desde a Grande Depressão, alterando a vida normal de bilhões de pessoas.

O Reino Unido, que detém a presidência rotativa do G7, planeja pedir aos membros que ajudem a acelerar em 100 dias o desenvolvimento de futuras vacinas de Covid-19.

Ainda mais, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson afirmou sua vontade de construir laços com Biden, que, além de não apoiar o Brexit, alertou publicamente a Grã-Bretanha sobre colocar em risco a paz na Irlanda no ano passado.

Mesmo assim, Johnson anunciou que está interessado na ideia de um tratado global sobre pandemias, já que ele quer garantir uma transparência adequada após o surto de coronavírus originado na China.

Na quinta-feira, autoridades dos EUA afirmaram que o governo Biden planeja garantir US$ 4 bilhões para um programa de vacinação da Covid-19 para países mais pobres. Com essa ação, eles esperam impulsionar doações maiores de outros governos.

A esse respeito, a Grã-Bretanha já prometeu 548 milhões de libras ao programa COVAX, que é coliderado pela Organização Mundial da Saúde, ao mesmo tempo em que planeja pedir a outros parceiros do G7 que deem maior apoio.

 

China é a concorrente mais séria dos EUA, segundo Biden

A China, que também estará na pauta da reunião de sexta-feira, foi chamada de “concorrente mais séria” dos EUA por Biden, em seu primeiro grande discurso de política externa como presidente.

Em 4 de fevereiro, o mandatário estadunidense também observou que planeja enfrentar os abusos econômicos da China e combater sua ação agressiva e coercitiva. Para atingir esse fim, os Estados Unidos manterão em vigor tarifas impostas pelo governo Trump aos produtos chineses por enquanto. No entanto, de acordo com a secretária do Tesouro, Janet Yellen, eles avaliarão como proceder após uma revisão abrangente.

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